segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Criacionismo: 83% das mulheres assistem novelas no Brasil

83% das mulheres assistem novelas no Brasil

Já se sabia que as novelas são uma paixão nacional entre as mulheres, mas não se tinha noção do tamanho. Pesquisa da Sophia Mind mostrou que 83% das brasileiras assistem a alguma novela. Dessas, 64% são fiéis telespectadoras, e, todos os dias, ligam a tevê na hora da trama favorita, sendo que 49% até adiantam seus afazeres para não perder o horário, e 30% disseram alterar alguns horários para não pular nenhum capítulo. A febre das novelas se reflete também nos hábitos de consumo: as roupas (76%) e os cabelos (59%) das personagens – como Carminha, de Avenida Brasil – são o que mais se destacam. O visual das atrizes influencia 77% das entrevistadas na hora de pintar a unha, 70% na maquiagem, 65% quando vão cortar o cabelo, e 66% admitiram já ter comprado roupas inspiradas nas personagens. Esmalte, vestido, blusa e sapato são os mais comprados.
O impacto da propaganda também impressiona: 89% das mulheres disseram perceber a publicidade feita nas novelas e 49% afirmaram já ter adquirido algum produto ou serviço por conta da trama.
Na lista, produtos de beleza (80%), alimentos (50%) e materiais de limpeza (29%) lideram as preferências. [...]
Nota: Se a influência ficasse apenas no aspecto do consumismo (que já é negativo), vá lá. Mas o maior problema, em minha opinião, é a influência sobre hábitos, comportamentos e pensamentos. Novelas (e dizer isso é chover no molhado) são uma escola de infidelidade, desregramento, libertinagem e otras cositas más. Tendo contato diário com personagens que via de regra promovem esses antivalores, o telespectador acaba se acostumando a isso e, assim como compra uma roupa por influência da novela, acabará pensando ou agindo também sob essa influência. Quem dera esses milhões de mulheres aproveitassem na leitura de um bom livro as horas gastas para assistir novelas. Que Brasil melhor teríamos...[MB]
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Criacionismo: Fóssil Inédito no Interior de SP

 [Leia a frase em negrito no texto, com muita atenção. Os evolucionistas já passaram da hora de rever seus conceitos.]

 

quarta-feira, novembro 07, 2012

Fóssil inédito de dinossauro é achado no interior de SP

Pesquisadores brasileiros encontraram no interior de São Paulo um fóssil de mais de 70 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] que pertence a um dinossauro carnívoro da família dos carcarodontossaurídeos. A peça é considerada a primeira evidência de que répteis desse grupo viveram também no Brasil. O fóssil, um pedaço de osso que compõe o crânio, foi achado por pesquisadores das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Federal de Uberlândia (UFU) em 2009, mas a conclusão da análise foi divulgada recentemente no site da revista científica Cretaceous Research e será publicada na edição impressa até o fim desse ano.
O fragmento foi encontrado na região da cidade de Alfredo Marcondes, localidade que fica próxima a Presidente Prudente e a 586 km de São Paulo.
A região está inserida na Bacia Bauru, uma área do território brasileiro com 370 mil km² que abrange parcialmente cinco estados (São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás) e está repleta de sedimentos como fósseis de dinossauros, de mamíferos e outros répteis pré-históricos.

Segundo Lílian Paglarelli Bergqvist, do Laboratório de Macrofósseis da UFRJ e uma das coordenadoras da pesquisa, o fóssil de dinossauro foi encontrado quase que por acidente, já que a investigação científica buscava inicialmente resquícios de mamíferos do período Cretáceo.

De acordo com Lílian, o pedaço de osso do crânio é a primeira evidência que comprova a existência dessa família de dinossauros no Brasil. Anteriormente, apenas dentes foram encontrados em outra região do país, mas não forneciam informações suficientes para comprovar que esses répteis viveram por aqui. [...]
Os paleontólogos trabalham com a hipótese de que esse animal media entre 12 e 13 metros de altura, é carnívoro, e pode ser comparado ao porte do tiranossauro (Tyrannosaurus rex), dinossauro que está entre os maiores predadores que já pisaram no mundo.
Além do fóssil de carcarodontossaurídeo, também foram encontrados resquícios de dinossauros saurópodes (herbívoros), cujos resultados da investigação científica deverão ser publicados em breve. O trabalho paleontológico foi coordenado também pelo pesquisador Carlos Roberto Candeiro e pelo geólogo Felipe Simbras.
Nota: A abundância de fósseis de animais de grande porte sepultados (por lama e água) em todos os continentes aponta para uma catástrofe hídrica de grandes proporções. Do contrário, o que poderia explicar o sepultamento de tantos animais num mesmo período e de forma tão súbita?[MB]

OdC: O Novo Imbecil Coletivo

O novo imbecil coletivo
Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 30 de outubro de 2012
          
Quando entre os anos 80 e 90 comecei a redigir as notas que viriam a compor O Imbecil Coletivo, os personagens a que ali eu me referia eram indivíduos inteligentes, razoavelmente cultos, apenas corrompidos pela auto-intoxicação ideológica e por um corporativismo de partido que, alçando-os a posições muito superiores aos seus méritos, deformavam completamente sua visão do universo e de si mesmos. Foi por isso que os defini como “um grupo de pessoas de inteligência normal ou mesmo superior que se reúnem com a finalidade de imbecilizar-se umas às outras”.
          Essa definição já não se aplica aos novos tagarelas e opinadores, que atuam sobretudo através da internete que hoje estão entre os vinte e os quarenta anos de idade. Tal como seus antecessores, são pessoas de inteligência normal ou superior separadas do pleno uso de seus dons pela intervenção de forças sociais e culturais. A diferença é que essas forças os atacaram numa idade mais tenra e já não são bem as mesmas que lesaram os seus antecessores.
          Até os anos 70, os brasileiros recebiam no primário e no ginásio uma educação normal, deficiente o quanto fosse. Só vinham a corromper-se quando chegavam à universidade e, em vez de uma abertura efetiva para o mundo da alta cultura, recebiam doses maciças de doutrinação comunista, oferecida sob o pretexto, àquela altura bastante verossímil, da luta pela restauração das liberdades democráticas. A pressão do ambiente, a imposição do vocabulário e o controle altamente seletivo dos temas e da bibliografia faziam com que a aquisição do status de brasileiro culto se identificasse, na mente de cada estudante, com a absorção do estilo esquerdista de pensar, de sentir e de ser – na verdade, nada mais que um conjunto de cacoetes mentais.
          O trabalho dos professores-doutrinadores era complementado pela grande mídia, que, então já amplamente dominada por ativistas e simpatizantes de esquerda, envolvia os intelectuais e artistas de sua preferência ideológica numa aura de prestígio sublime, ao mesmo tempo que jogava na lata de lixo do esquecimento os escritores e pensadores considerados inconvenientes, exceto quando podia explorá-los como exceções que por sua própria raridade e exotismo confirmavam a regra.
          Criada e mantida pelas universidades, pelo movimento editorial e pela mídia impressa, a atmosfera de imbecilização ideológica era, por assim dizer, um produto de luxo, só acessível às classes média e alta, deixando intacta a massa popular.
          A partir dos anos 80, a elite esquerdista tomou posse da educação pública, aí introduzindo o sistema de alfabetização “socioconstrutivista”, concebido por pedagogos esquerdistas como Emilia Ferrero, Lev Vigotsky e Paulo Freire para implantar na mente infantil as estruturas cognitivas aptas a preparar o desenvolvimento mais ou menos espontâneo de uma cosmovisão socialista, praticamente sem necessidade de “doutrinação” explícita.
          Do ponto de vista do aprendizado, do rendimento escolar dos alunos, e sobretudo da alfabetização, os resultados foram catastróficos.
          Não há espaço aqui para explicar a coisa toda, mas, em resumidas contas, é o seguinte. Todo idioma compõe-se de uma parte mais ou menos fechada, estável e mecânica – o alfabeto, a ortografia, a lista de fonemas e suas combinações, as regras básicas da morfologia e da sintaxe -- e de uma parte aberta, movente e fluida: o universo inteiro dos significados, dos valores, das nuances e das intenções de discurso. A primeira aprende-se eminentemente por memorização e exercícios repetitivos. A segunda, pelo auto-enriquecimento intelectual permanente, pelo acesso aos bens de alta cultura, pelo uso da inteligência comparativa, crítica e analítica e, last not least, pelo exercício das habilidades pessoais de comunicação e expressão. Sem o domínio adequado da primeira parte, é impossível orientar-se na segunda. Seria como saltar e dançar antes de ter aprendido a andar. É exatamente essa inversão que o socioconstrutivismo impõe aos alunos, pretendendo que participem ativamente – e até criativamente – do “universo da cultura” antes de ter os instrumentos de base necessários à articulação verbal de seus pensamentos, percepções e estados interiores.
O socioconstrutivismo mistura a alfabetização com a aquisição de conteúdos, com a socialização e até com o exercício da reflexão crítica, tornando o processo enormemente complicado e, no caminho, negligenciando a aquisição das habilidades fonético-silábicas elementares  sem as quais ninguém pode chegar a um domínio suficiente da linguagem.       
O produto dessa monstruosidade pedagógica são estudantes que chegam ao mestrado e ao doutorado sem conhecimentos mínimos de ortografia e com uma reduzida capacidade de articular experiência e linguagem. Na universidade aprendem a macaquear o jargão de uma ou várias especialidades acadêmicas que, na falta de um domínio razoável da língua geral e literária, compreendem de maneira coisificada, quase fetichista, permanecendo quase sempre insensíveis às nuances de sentido e incapazes de apreender, na prática, a diferença entre um conceito e uma figura de linguagem. Em geral não têm sequer o senso da “forma”, seja no que lêem, seja no que escrevem.
Aplicado em escala nacional, o socioconstrutivismo resultou numa espetacular democratização da inépcia, que hoje se distribui mais ou menos equitativamente entre todos os jovens brasileiros estudantes ou diplomados, sem distinções de credo ou de ideologia. O novo imbecil coletivo, ao contrário do antigo, não tem carteirinha de partido. 


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MSM: O Óbvio Esotérico

papinhadealface msm Neste país, o óbvio vai-se tornando cada vez mais um segredo esotérico, só acessível a um círculo de iniciados: num campeonato de esquerdismo, vence, por definição, o mais esquerdista.

A derrota do sr. José Serra em São Paulo demonstra, pela enésima vez, que é impossível vencer o PT e seus aliados sem fazer precisamente as duas coisas que a oposição tem evitado a todo preço: (1) livrar-se do resíduo ideológico “politicamente correto”, adotando um discurso conservador sem concessões nem atenuações; (2) denunciar incansavelmente a aliança criminosa de partidos comunistas e quadrilhas de narcotraficantes – o Foro de São Paulo.

Quem duvida que o sucesso de Magalhães Neto, em contrapartida, deveu muito à nostalgia de um conservadorismo linha-dura que o seu nome de família ainda evoca na imaginação do eleitorado baiano? Antonio Carlos Magalhães nunca foi um conservador em sentido estrito, mas, faute de mieux, a esquerda fez dele o símbolo quintessencial da direita, e, ao menos nos seus últimos anos, ele vestiu a camiseta com alguma bravura, cujo prestígio agora reverte em benefício do seu neto.
Uma das razões mais óbvias do triunfo da esquerda, não só no Brasil mas em toda parte, é a solidariedade profunda, a aliança inquebrantável entre seus setores moderados e radicais, sempre articulados para bater no adversário com duas mãos. Na direita, ao contrário, os moderados, menos ciosos do seu futuro político que da imagem que exibem  na mídia esquerdista, tratam de marcar distância dos radicais, seja fingindo ignorá-los, seja mesmo insultando-os, ao menos da boca para fora.
A mensagem que isso transmite ao eleitor é clara: o esquerdismo é um remédio bom, do qual se pode, no máximo, discutir a dosagem; o direitismo, ao contrário, é um veneno que só pode ser bom em doses mínimas.
É preciso ter subido muito na escala da idiotice para não entender que isso é a política de quem já se acostumou tanto com a derrota que já não pode viver sem ela.
O PT não se inibe de aliar-se ao PSOL, ao PSTU, aos Sem-Terra e até, mais discretamente, às Farc. Mas quem pode imaginar os homens do DEM – para não falar de José Serra – posando numa foto em visita, mesmo de pura cortesia, ao Instituto Plínio Correia de Oliveira ou ao Clube Militar? Cito essas entidades de caso pensado: elas nada têm de radical, mas assim as rotulou a mídia esquerdista para isolá-las da direita oficial, que, como sempre, aceitou servilmente jogar segundo a regra imposta pelo adversário.
O mais elementar bom-senso político ensina que toda maioria moderada precisa dos radicais - ou de quem o pareça - para dizer em público o que ela não pode dizer. Ensina também que a minoria enfezada só pode ser posta sob controle quando inserida numa aliança. A esquerda já aprendeu isso há décadas. A direita nem começou a pensar no assunto.
Na França, a vitória da esquerda teve como causa principal ou única a impossibilidade de um diálogo entre a direita gaullista e o Front National. Nos EUA, em 2008, John McCain jamais teria perdido a eleição se não houvesse caprichado tanto naquele bom-mocismo centralista que os conservadores abominam. E no Brasil o sr. José Serra teria tido uma carreira mais brilhante se atirasse à lata de lixo da História um passado esquerdista que, quanto mais ostentado, mais honra e eleva a imagem dos seus inimigos. Desculpem-me por insistir no óbvio, mas, neste país, o óbvio vai-se tornando cada vez mais um segredo esotérico, só acessível a um círculo de iniciados: num campeonato de esquerdismo, vence, por definição, o mais esquerdista. O eleitorado brasileiro é maciçamente conservador, mas, não tendo quem o represente na política, acaba votando a esmo, conforme simpatias de momento ou interesses de ocasião que no fim o tornam tão corrupto, ao menos psicologicamente, quanto os políticos que ele despreza. O voto interesseiro vai, necessariamente, para quem está no poder, para quem controla a usina de favores. A oposição teria tudo a ganhar se contrapusesse a esse estado de coisas um discurso ideologicamente carregado, restaurando o senso da política como conflito de valores em vez de mera disputa de cargos. Mas ela não vai fazer isso. Há tempos ela já se persuadiu de que acumular derrotas é mais confortável do que fazer um exame de consciência.

Publicado no Diário do Comércio.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Criacionismo: Terapia e Oração podem mudar Homossexualidade

  [Tudo o que o movimento gayzista menos quer aceitar ou tolerar que divulguem. Aliás, tem também aquela turminha do conselho federal de psicologia que também é contra dar aos que estão insatisfeitos com sua orientação homossexual a chance de mudar.]

 

Terapia e oração podem mudar homossexualidade

Durante a maior parte de sua vida, conta Blake Smith [foto ao lado], “meu corpo todo ansiava por contatos sexuais masculinos”. Smith, 58, que diz acreditar que comportamento homossexual seja errado por motivos religiosos, tentou resistir ao máximo. Dedicou 17 anos a um casamento fracassado, combatendo suas necessidades dia a dia, conta, e sonhando com elas a cada noite. Mas nos últimos anos, ao avaliar sua infância em seu processo de terapia e em encontros de final de semana com grupos com nomes como “as pessoas podem mudar” e “jornada para a masculinidade”, ele descobriu que “meus sentimentos homossexuais praticamente desapareceram”. Smith concedeu a entrevista em sua casa em Bakersfield, na Califórnia, onde vive com sua segunda mulher, que se casou com ele oito anos atrás, conhecendo sua história. “Depois dos 50 anos, pela primeira vez consigo olhar para uma mulher e achá-la realmente gostosa.”
Smith é um dos milhares de homens americanos, muitas vezes definidos como ex-gays, que acreditam que conseguiram mudar seus desejos sexuais mais básicos por meio de alguma combinação entre terapia e oração - algo que a maioria dos cientistas diz jamais ter sido provado empiricamente, e que provavelmente representa uma ilusão.
Os homens ex-gays muitas vezes vivem no armário, temendo ser ridicularizados pelos militantes homossexuais que os acusam de se autoiludirem, e também temem a rejeição de suas comunidades religiosas, que podem repudiar seu passado maculado.
Na Califórnia, essa sensação de pressão se intensificou depois de setembro, quando o governador Jerry Brown assinou uma lei que proíbe o uso de “terapias de conversão” sexual, desacreditadas por quase todos os estudiosos, por menores de idade o que, na opinião de alguns dos ex-gays, representa uma contestação à sua validade pessoal.
Ao assinar a lei, o governador Brown repetiu a posição assumida pelo sistema psiquiátrico e organizações médicas, afirmando que “essa lei proíbe ‘terapias’ não científicas que levam os jovens à depressão e ao suicídio”, acrescentando que essas práticas “agora ficarão relegadas à lata de lixo da história”.
Mas muitos ex-gays continuam a buscar ajuda desses terapeutas e dos grupos de auxílio para homens, afirmando que sua experiência pessoal é prova suficiente de que o tratamento pode funcionar.
Muitos ex-gays guardam seu segredo, mas se reúnem discretamente em grupos de apoio em todo o país, compartilhando ideias sobre como evitar tentações ou, talvez, como revelar seu passado a mulheres com quem estejam saindo. Alguns deles estão tentando salvar casamentos heterossexuais. Alguns esperam um dia casar com uma mulher. Outros optam pelo celibato como alternativa superior ao que veem como vida de pecado homossexual.
Tendo passado por terapia reparadora formal ou não, a maioria dos ex-gays concorda com seus preceitos, ainda que estes sejam rejeitados pelos cientistas convencionais.
As teorias, que também foram adotadas pelos religiosos conservadores que se opõem ao casamento gay, afirmam que o homossexualismo masculino deriva da dinâmica familiar - por conta de um pai distante ou de uma mãe dominadora - ou de abusos sexuais sofridos na infância. Confrontar essas feridas psíquicas, afirmam, pode causar mudança no desejo sexual, se não necessariamente uma “cura total”.
(Embora algumas mulheres também enfrentem problemas de identidade sexual, o movimento dos ex-gays é quase exclusivamente masculino.)
Cameron Michael Swaim, 20, diz estar no estágio inicial de seu esforço para superar o desejo homossexual. Swaim não trabalha e vive com os pais no condado de Orange, Califórnia, onde seu pai é pastor da Igreja dos Amigos Evangélicos do Sudoeste. Ele tentou a vida gay, “mas não me acomodei a ela”, diz, e por fim decidiu que “tem de haver um meio de curar esse mal”.
Por meio de reuniões de final de semana e de sua participação em um grupo de apoio no sul da Califórnia, Swaim começou a estudar seus relacionamentos familiares, o que vem sendo doloroso mas parece estar ajudando. “Estou criando confiança no convívio com homens”, disse, “e isso aumenta minha confiança quando estou em companhia de mulheres.”
Dentro de cinco anos, Swaim espera estar noivo ou casado. Enquanto isso, ele está tentando juntar dinheiro para começar a se consultar com um terapeuta “reparador”.

MSM: Faculdades Demais

A educação primária e secundária está em frangalhos. Faculdades estão cada vez mais em declínio acadêmico na medida em que se esforçam para tornar os ambientes confortáveis para o educacionalmente incompetente.

Na tradicional declaração “State of the Union” de 2012, o presidente Barack Obama disse que "o ensino superior não pode ser um luxo. É um imperativo econômico que cada família na América deve ser capaz de suportar". Essa conversa marca pontos em política, mas não há nenhuma evidência de que a educação universitária seja um imperativo econômico. Uma boa parte do nosso problema maior da educação, explicando o seu custo crescente, é que uma grande porcentagem de alunos cursando faculdade é despreparada e incapaz de fazer o verdadeiro trabalho de faculdade. Eles não deveriam estar lá desperdiçando seus próprios recursos, os de suas famílias e dos contribuintes. Vamos dar uma olhada nisto.

Robert Samuelson, em seu artigo do Washington Post ‘É hora de largar cruzada da faculdade para todos’ (27/05/2012), disse que "a cruzada da faculdade para todos perdeu sua validade. Hora de jogá-la fora. Como a cruzada para fazer todos os norte-americanos donos da casa própria, ela agora está fazendo mais mal do que bem".

Richard Vedder – professor de economia da Universidade de Ohio, pesquisador adjunto do American Enterprise Institute e diretor do The Center for College Affordability & Productivity (Centro para a Acessibilidade e Produtividade Universitária), ou CCAP - em seu artigo "Fosso... A Cruzada da faculdade para todos", publicado no blog Innovations (7/6/2012) do The Chronicle of Higher Education, aponta que "o Ministério de Trabalho dos EUA diz que a maioria dos novos empregos nos EUA durante a próxima década não demandam um diploma universitário. Temos centenas de milhares de zeladores diplomados nos EUA".

Outro ensaio de Vedder e seus colegas da CCAP, intitulado "De Wall Street para o Wal-Mart", relata que há "um terço de milhão de garçons e garçonetes com nível universitário". Mais de um terço dos recém-formados que trabalham atualmente estão em empregos que não exigem um diploma, como comissários de bordo, motoristas de táxi e vendedores. Foi sábio usar o tempo dos estudantes e recursos dos pais e contribuintes para financiar a faculdade?
Há um estudo recente publicado pelo Raleigh, N.C. do Pope Center[1] intitulado "Financiamento estudantil [2]: Para onde vai todo o dinheiro?". Os autores Jenna Ashley Robinson e Duke Cheston relatam que cerca de 60% dos alunos de graduação [3] no país são destinatários do financiamento estudantil, e em algumas faculdades, mais de 80% o são. O financiamento estudantil é a maior despesa do Departamento de Educação, totalizando quase US$ 42 bilhões em 2012.
O foco original do financiamento estudantil era facilitar o acesso à universidade para estudantes de baixa renda. Desde 1972, quando o programa começou, o número de estudantes do menor quartil de renda que vai para a faculdade aumentou mais de 50%. No entanto, Robinson e Cheston relatam que o percentual de alunos de baixa renda que concluíram a faculdade aos 24 anos diminuiu de 21,9% em 1972 para 19,9% hoje.
Richard Arum e Josipa Roksa, autores de "Academically Adrift: Limited Learning on College Campus” (2011), relatam sua análise de mais de 2.300 alunos de graduação em 24 instituições. Quarenta e cinco por cento desses estudantes não demonstraram melhora significativa numa série de habilidades - incluindo o pensamento crítico, raciocínio complexo e escrita - durante os dois primeiros anos de faculdade.
Citando a pesquisa do livro "Real Education" (2008) do estudioso Charles Murray da AEI[4], o professor Vedder diz: "O número dos que vão para a faculdade excede o número dos capazes de galgar níveis mais elevados de investigação intelectual. Isto leva faculdades a alterar a sua missão, diluindo o conteúdo intelectual do que fazem". Até 45% dos calouros recém-chegados exigem cursos de nivelamento em matemática, leitura ou escrita. Isso apesar do fato de que as faculdades têm idiotizado os cursos para que os alunos admitidos possam ser aprovados. Vamos encarar os fatos: como Murray argumenta, apenas uma pequena proporção de nossa população tem as habilidades cognitivas, disciplina, direção, maturidade e integridade para dominar verdadeiramente a educação superior.
A educação primária e secundária está em frangalhos. Faculdades estão cada vez mais em declínio acadêmico na medida em que se esforçam para tornar os ambientes confortáveis para o educacionalmente incompetente. Faculdades devem recusar a admissão de alunos que não estão preparados para fazer um verdadeiro trabalho faculdade. Isso não só ajuda a revelar a educação primária e secundária de má qualidade, mas também reduz o número de jovens que fazem escolhas de carreira insensatas. Infelizmente, isso não vai acontecer. Administradores universitários querem carne fresca para obter dinheiro.


Notas:
[1] Refere-se à organização John William Pope Center for Higher Educacion Policy.
[2] NT: A expressão original é Pell Grants. Trata-se do programa de crédito universitário do EUA. Seu correspondente no Brasil seria o Fundo de Financiamento Estudantil – FIES. Note-se que não há universidades gratuitas nos EUA. Mesmo as universidades públicas cobram anuidades, embora geralmente mais baratas que as universidades particulares.
[3] NT: O termo original é undergraduation, que se refere ao primeiro degrau na titulação universitária. A graduation refere-se à pós-graduação imediata. Alguns cursos só podem ser cursados no nível de graduation, como é o caso do curso de Direito, exigindo, portanto, uma formação universitária anterior a título de undergraduation.
[4] NT: American Enterprise Institute for Public Policy Research.


Walter Williams
é professor de Economia na Universidade George Mason.
Tradução: Daniel Antonio de Aquino Neto

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Criacionismo: Topless na adolescência levou modelo a colapso nervoso

Topless na adolescência levou Moss a colapso nervoso

A modelo Kate Moss, 38, contou à revista Vanity Fair que se arrependeu de ter feito fotos de topless para a Calvin Klein em 1992. As imagens ajudaram a alavancar sua carreira. “Quando vejo uma garota de 16 hoje, se eu pedisse para ela tirar sua roupa seria estranho. Mas eles eram, tipo, ‘se você não fizer, não vamos te chamar de novo’. Então eu me trancava no banheiro, chorava e saía para fazer [a foto]. Nunca me senti confortável com isso. Eram muitos peitos. Eu odiava meus peitos! Pois eu não tinha nada. E eu tinha uma verruga em um deles”, desabafou ela.
Outra fase difícil foi quando foi trabalhar com os fotógrafos Marky Mark e Herb Ritts. “Tive um colapso nervoso quando tinha 17 ou 18, quando eu tive que trabalhar com Marky Mark e Herb Ritts. Não me sentia eu mesma de jeito nenhum. Me senti mal em agarrar aquele cara fortão. Não gostei. Eu não consegui sair da cama por duas semanas. Achei que fosse morrer”, contou ela.
Kate contou que um médico quis lhe dar Valium, mas que ela acabou não tomando o remédio. “Era só ansiedade. Ninguém cuida de você mentalmente. Existe uma pressão enorme para você fazer o que deve. Eu era muito pequena e fui trabalhar com Steven Meisel. Era tão estranho – uma limusine vinha me pegar do trabalho. Eu não gostava. Mas era trabalho – e eu tinha de fazê-lo.” [...]
Nota: Essa confissão de Kate deixa evidentes pelo menos duas coisas: (1) o mundo da moda é cruel e só pensa em dinheiro (bem, isso é o óbvio ululante) e (2) naturalmente a pessoa resiste à ideia de se expor e ser tratada como objeto. Infelizmente, com o tempo, alguns se acostumam a isso e, com suas fotos e ensaios e filmes, acabam contribuindo para que outras pessoas pensem que essa nudez toda, essa erotização são coisas glamorosas; assim, esses consumidores invejam um estilo de vida que, por trás das lentes, se revela vazio e violador.[MB]